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Mônica troca vestido vermelho em defesa das meninas

Escrito por Marielly Campos

Personagem de Mauricio de Sousa se vestiu de amarelo e chama todas as meninas a serem as donas da rua

Da Redação

O vestido laranja “vibrante e otimista, foi escolhido para simbolizar a esperança por dias melhores para elas" - Imagem: Reprodução

O vestido laranja “vibrante e otimista, foi escolhido para simbolizar a esperança por dias melhores para elas” – Imagem: Reprodução

A Mônica trocou o seu tradicional vestidinho vermelho para lutar por uma boa causa: a violência contra a mulher e meninas. A campanha criada pela ONU Mulheres Brasil em prol do do Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas, celebrado no dia 25 de novembro, tem o objetivo de conscientizar a todos sobre “como precisamos unir forças para acabar com esse absurdo que ainda acontece tanto”.

A personagem de Mauricio de Sousa aparece na campanha com um vestido laranja “vibrante e otimista, foi escolhido para simbolizar a esperança por dias melhores para elas”, diz o texto publicado no Facebook da turma.



Além disso, a marca criou o projeto As Donas da Rua, para mostrar que toda menina tem poder. Na campanha, as meninas podem ir até o site da Turma da Mônica e enviar seu relato de empoderamento.

“Sabemos que cada menina é única, portanto, cada história é única também. Contudo, recomendamos que o foco seja sempre no lado mais positivo possível. Afinal, queremos inspirar meninas a tornarem-se mulheres fortes e seguras de si”, diz o texto.

25 de novembro

O Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher é celebrado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 25 de novembro. Segundo a entidade, “o Brasil não tem muito a comemorar: é um dos países com os maiores índices de assassinatos de mulheres do mundo”.

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Ainda de acordo com a ONU, apesar dos avanços legislativos recentes e políticas públicas de proteção, ainda há muito a ser feito em relação à prevenção, de acordo com especialistas. “Enquanto o machismo continuar dominando diferentes esferas da sociedade brasileira e o tema da igualdade de gênero não fizer parte do currículo escolar, o ciclo de violência tende a se prolongar ao longo das próximas gerações”, diz o texto na página do órgão.

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